Sexta-feira, Junho 30, 2006

dada is not

Algum coisas que sequer precisam de (merecem) explicação. Estou colocndo aqui pro caso de eu excluir meu perfil no orkut ou o orkut deixar de ser. Seja o que for.
Judison: o que dizer desse primo longinquo, desse grande representante da familia Oliveira?
Simples: a verdade. A dura verdade, a verdade de grande heroi de guerra, revolucionário socio-palitativo da provincia de Quurkian, da qual queria ver a emancipaçào do pais de Zeles, do imperador truculento Koruto Sukuito. Mesmo tendo sido aclamado na sua terra natal como heroi, não ficou feliz, obviamente, com a sua terrivel, deploravel até, derrota. Assim, resolveu se tornar um pacifista e se aliar ao imperador supra citado, se voltando contra a filosofia de eliminação de seres ontológicos da provincia de procastinum, onde teve sucesso retirando as inicias de casais das árvores. Com tantos atos autruisticos, foi preso na sua terra natal da qual foi mandado para a exploraçào espacial como cobaia de testes de cosméticos. Voltando a Venus, pode reaver pro resto de sua existencia seu titulo de maior truculento na batalha de Grinvum, que lhe custou a vida. Apesar da oposição, sua memória continua limpa. Grande Judison.
Deni, o que dizer desse pacifista incorrigivel? Desde que voltou do genocidio Maliacoviniavo (quando foi recebido na sua terra natal, Zirckuoniah, como heroi), seu ego ferido nunca se recompôs. Mesmo assim, tão exacerbadamente convencido de sua superioridade frente ao exercito de Druidas do norte, não se deixou se abater por sua carreira dessas não exatamente vangloriantes incerções no meio teatral e fez sucesso como encantador de animais subaquaticos, e para tanto teve que treinar longamente suas avançadas tecnicas vocais em altitude. Mesmo quando tentava se redimir desse passado ultra extravagantemente glorioso, não conseguia se desfazer da lembrança de Hurnica, a sua unica amante. Ele também construiu o centro de recreações Tubotch, onde presidia loucas orgias com as anãs da sociedade secreta musical da Rosa de Solimonus, autora de hits pops consagrados. Grande Deni.

Dificil falar dessa ilustre figura. Em vida, devotou seu sangue em nome dos anões anonimos das mina de Trabavacth, mesmo que sem sucesso, durante a batalha de Foundry, que já tinha terminado quando ele chegou. Após lutar e perder varias vezes em toda essa batalha, voltou para a bela terra natal no norte de alguem e foi recebido como heroi de guerra, apesar de realmente merecer ou não algo que possa ser dito como o marco de uma revolta contra o sistema falido que massacrou a tal lugar. Apesar dessa tragédia anunciada a qual ele lutou bravamente, uma alegria ressiporate se abateu sobre si e seu escudeiro postumo que levava a eapada de um certo homem, que voltaria, ou ele ou você, paravingar da barbarie que ele mesmo não deixou ela, a maior amante dele, levar a cabo no final de algum dia brando de inverno.
Ivan IV, Grande Duque de Muscov desde os três anos, se tornou o primeiro a ter o título de Czar de toda a Rússia. Ivan extendeu seu domínio em direção a leste para absorver a Sibéria, e estabeleceu relações de mercado com as nações do oeste.
Mas sua capacidade para bom comandante bateu de frente com sua crueldade excessiva. Sua polícia secreta, os Oprichniks, torturavam e assassinavam todos que eram acusados de traição. O povo de Novgorod, acusado de rebelião, foi massacrado. Ivan teve sete esposas, uma delas morta em circunstâncias suspeitas. Num momento de fúria, Ivan matou seu filho mais velho, que era tão cruel quanto ele, e passou seus anos restantes em remorso por sua crueldade e violência. Ele morreu insano em 1584.

O que falar desta aglutinadora picardiante de retroinplastiamento coloidal? Ainda que ele hoje ande no vale do abismo, ainda sim sua imagem auto aterradora será desmembrada entre gerações que viveram, após a revolução Cartesiana, na qual ou da qual o seu fulgor de dragão nunca ouve registrado em casa de Pedro Mouro. Voltando dessa infamia vitoriosa de garbante alucralhado, relutou em difamar a si mesmo por um rompante timido de honestidade vermica reciforante do fundo de sua alma humilde. Mas não adiantou: (ou será que sim? malditos historiadores) ele já era considerado heroi regional de guerra no condado imperial de Santa Sonata. Mas isso não abateve nosso preterido protoheroi vencido e vaicidolido, pois agora a Gloria vinha dia sim dias não, sobrevivendo como diaria seu falacido amigo infanto plurenil, num sentimento Dadaista de Niilismo anti colonial. Sem mais, gostaria de dizer a você, amigo: Onde estiver, aceite a verdade da inexistencia de entrave polisaturado monorganico e se renda, pois... tenho dito.
O que dizer sobre a vida desse que foi um dos maiores sobreviventes da revolução anti deplorativa furicualer... O que dizer além da ingloriosa derrota que tomaria sua vida em tal batalha, mas que faria seu nome se sobressair no albergue de condenados palativamente nos reinos sem fim de Guardablontia, em que fez fortuna que levaria junto a si na cova depois de um embate cruel de palavras trancádas contra o rei deposto da antigua provincia neo-iondependente anaquica da biera do jequinboca. Ainda se ouve por lá as donzelas que juram que ele foi um grande amante, ou não, pobres donzelas deficientes vocalicas... Mas com certeza essa não vai ser a ultima aventura desse que foi até o fim da vida futil de valores pariarcais um pobre ser granitoso. Salve, ser.
O que eu poderia dizer de Ivam, o terrivel? Em vida, foi o expente mais superlativo da inovação pseudo-karkamania, um ditador do pensamento auto improvedor de movimento centro-arcaico. Mesmo assim, não se abateu e se alistou para as milicias da paz, sendo chamado para colaborar na chacina do povo malkisto mesmo depois que os generais tiveram a visão de seus membros inferiores. Graças ao temerário comportamento em batalha, e ao estrondoso insusesso congênito, voltou para casa que deveria estar lá como heroi de guerra, sendo aclamado por bilhões de gatos-pingados e afins com ventade vicerante e avidade3 minuciosa, o suficiente para inflar ainda mais seu já debilitado ego. Ou não.

O Legendário MUDano resiste... ou não, afinal eu não estaria escrevendo esse tetemun ho postumo se a afirmativa condicional poli... bom, ele foi o expoente da guerra anti polimorfica dos tempos do objetivismo classificante, retirnando de um grando bonachio como heroi sub reterario de incontendencia posifulica. Ou não.

Fellipe. Sim, eu me lembro. sua breve passagem por esse mundo trouxe o que há de mais planisferico da aura extra palavitra. Retornando da Guerra de malkuna, demonstrou ser um traidor foi honrado como heroi de palavras cruzadas em trempo hábil de eliminar o mal de torking da face do dedão do pé de... alguém, não sei ao certo, muito menos quando algo se abateu na quantidade laciva de tornamento alternado, ressonante de forma a criar o mundo atual na maneira aformica de criação proleterada.

Yrouel. Sim, ele. o mito, a lenda. Quem não conhece? Eu conheço a ele antes dele mesmo conhecer sobre algo. Até hoje me pergunto se ele sabe algo sobre qualquer coisa. Desde sua volta de Miningolandia, ele tem sido algum tipo de pessoa, com certesa, mas não se por afirmar se a coisa toda é ou não, tipo, algo que consolide sua imagem como um heroi ou um vilão de combate corpo a corpo, pois mesmo a distancia essa atitude imcranhimante tem se mantido inalterada e auto-reparadora, sem possibilidade de contextuação pseudo morfica.

O que dizer desse cara... Simples: ele foi simplesmente o maior expoente da comunidade de contra cultura pos-babagiana de Brandernburger, onde ganhou o titulo de titular intestual em troca da traumatoide banavisse acro milóide, logo após de sua volta da decisiva batalha de Vanilha, a mais inespressiva do combate armado de Grenv, se tornando um heroi pacifista. Após a morte de seu companheiro de escrita cuneiforme, Sir Richards, ele devotou sua existencia a nada menos do que uma porção de coisas normais e não relacionadas, sempre ao lado do seu amigo Mr. Graves, sempre com o intuito comum de combater seu maior inimigo, Sir Richards. Após eliminar seu maior extorvo, começou a andar como um ser normal, ou não, como diz uma testemunha que jura te-lo visto fazendo um moon walk por ai. Suas pegadas ainda podem ser vistas da lua, segundo a testemunha que não garante sua própria palavra por consumir Soma e não saber o que diz, faz ou arruma pra cabeça em certos momentos. Grande testemunha. Grande Fernando.

Rodrigo... sim esse cara. Programador obstinado e slacker devotado são as menores, porem não menos brilhates, qualidades desse grande sujeito. Individuo impar da sociedade Tenererè nos anos de Ditadura Anarcofaringica, colocau em risco a reputação de defensor da paz, ordem, calmaria e improbidade ao enfrentar o governo do probosaico democrata Enofily, contra quem gastou seu ultimo contavo na tentativa deseperada de aumentar a eloquente pós-paranoia de sua primeiora viajem ruma ao fundo da terra Mérita. Enquanto isso, ia de porta em porta diulgando, deturpando e denegrindo a vida e obra de seu mestre e mentor, a quem le sempre teve a admiração e etrna e completa homioplacencia: a barata da média tanzania.

O que eu poderia dizer sobre essa figura circen..., digo, saltense? Em vida, foi uma boa pessoa. Assim pensava sua mãe, ao menos. Pelo menos até o dia em que o garoto yankolado aventurou-se junto ao bando de Shawnsking na revolução patavinia. Vitorioso e heroi de guerra, voltou com moral redobrada para sua nova aventura, que consistiu na construção do complexo Watahgharveicth de recreação pseudo proletariada. Mas o primo intuito dessa aparente benfeitoria à sociedade neo-pararcaica saltense era algo toda humanidade sempre perseguia antes da aparição do lendario cominho de Ebrãnhoè: a total anquilação do preceito centro-fundista da trubufulhia karkamania pré-arte maniqueista sintatica. Com a reviravolta da revolta revigorante da revoada revolta, renova-va-va-se o titulo de doutoria em cravila recebido em canes sabe-se lá por que...

Esse cara é foda... O que eu posso dizer sobre o Diogo? Ele era uma boa pessoa... Em vida se dedicou ao maximo às causas das baratas tasmanienses, pleas quais devotou uma a uma cada amargurada gota de sangue sua... E assim desenvolveu uma espessa camada de conhecimento e tranquilidade mórbida, envoltas em tudo que há de mnais pafuncio na cultura milenar oriental e norte-marciana. Portanto, eu dedico esse ultima homanagem a esse grande anti-heroi de guerra tailandes. Diogo, Rust in Peace, my friend.
Eu deveria ter escrito em Nadsat, mas ainda não conhecia o livro.